quarta-feira, 25 de maio de 2011

Mulheres mil

Vivo em um mundo de mulheres bem-resolvidas. MUITO bem-resolvidas, por sinal. Mulheres que vão para onde tem vontade de ir, na hora que tem vontade- ok. quando o clima deixa, ou o dinheiro, bem-resolvidas mas ainda não deusas- que decidem o que querem sem grande dificuldades. Usam as roupas que estão com vontade independente de estarem na moda ou não. Mulheres que usam salto alto ou tênis no rock, sem perder o glamur. Que bebem, de cachaça a champagne sem quase perder a compostura. Elas que já assustaram rapazinhos quando eles descobriram que procuravam por cachaça e que a cachaça não era uma palavra genérica, era cachaça mesmo. Mulheres que usam rosa em show de rock. Que vão em rock, forró, pagode, funk ou qualquer outro som que dê vontade.

Estou nesse mundo cercada por mulheres assim; seguras de si, lindas e bem-resolvidas. Até que...

Até que me surge um outro alguém. Pronto. Eis que elas desmoronam. Me impressiona.
Elas se tornam inseguras, imaturas, irreconhecíveis. Perdem o jeito, o charme, são capazes, até, de se perderem. De repente, elas não sabem como agir, se confundem, ficam buscando trejeitos, pistas para seguir. Param de ditar as regras e só obedecem o jogo.

E eu fico ali, atônita, querendo saber qual o motivo disso tudo? Qual a complexidade de pensar um pouco menos e deixar as coisas irem. Sem drama. Sem pressa. Sem pressão. Deixa tudo ser. Ser mais um dia. Mais um mês. Ser mais... Sem se tornar menos. Ser pelo tempo que for bom. E quem sabe se eternizar, mesmo que desmorone depois de uma hora ou se durar até um amanhã que jamais chegará.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Cada fim um novo começo.

"A decepção vira mágoa que se torna um incômodo que se transforma em nada. Eu? Eu quero paz e luz." [Ana Beatriz Miranda]

É sim, o mais bonito da vida... Essa arte de sentir, sentir intensamente, com cada molécula fria do ser. É ser humano. E por sentir, tanto e demais, tão desesperador, é que nos enchemos de meios sonhos, nos contentamos com meias verdades, nossas verdades inteiras. E nos deixamos ir, no nosso turbilhão de sinceridades, nas mentiras alheias.

Não demora não, amor. O destino implacável e justo tira todas as máscaras e devolve a pureza pr'aqueles que ainda sofrem a doença irremediável da humanidade: a fé!
Ah, essa fé, nos outros na vida, sempre direi é ela que me faz crer em pessoas de boa-fé. Será ela, sempre a responsável por toda a minha desilusão. Desilusão... só porque por um dia eu tive fé em algo melhor do que a tua essência podia ser.

Mas, não tem nada não, amor. É a mesma fé que me destrói a que me mantém. Inteira, juntando os meus cacos. E deixa o tempo passar... é a mesma fé que te apaga, que te leva, tão leve, deixando os traços incomodos até um dia ser nada.

E da vida, eu volto feito fênix, ainda mais bela, ressurgida das cinzas. Cinzas suas que foi fogo, brasa, cinzas até enfim, se tornar só o pó que me serviu de recomeço.

sábado, 7 de maio de 2011

Todas as noites

São 6:41 a.m. E eu acabo de entrar em casa.
Eu só precisava registrar uma coisa aqui:
Ahhhhh, entrelinhas, tão tortas!


Todas as noites são iguais
Os meninos satisfeitos
E as meninas querem mais
Sonhos caem como chuva
E é tarde de mais
E eu não consigo dizer não
Hoje à noite tudo pode acontecer
Quem olhar nos olhos
Vê bares e sedução
Num canto escuro
Pequenos goles de solidão
A noite esclarece o que o dia escondeu...
O que o dia escondeu...
Meia noite, noite inteira
3, 4, 5 da manhã
Eu vou embora mas eu
Sempre volto atrás
Porque as noites são todas iguais
Todas iguais
Todas as noites são iguais
De longe os disfarces
Parecem reais
Mãos me vestem como luva
É tarde demais
E eu não consigo dizer não
Hoje à noite é cedo até amanhecer
Quem olhar nos olhos
Vê estrelas no chão
Num canto escuro
Pequenos goles de solidão
A noite esclarece o que o dia escondeu...
O que o dia escondeu
Meia noite, noite inteira
3, 4, 5 da manhã
Eu vou embora mas eu
Sempre volto atrás
Porque as noites são todas iguais
Todas iguais ná, ná, ná...
Meia noite, noite inteira
3, 4, 5 da manhã
Eu vou embora mas eu
Sempre volto atrás
Porque as noites são todas iguais

quinta-feira, 5 de maio de 2011

PSICOPATA ON:

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"Eu juro que, se eu pudesse, te guardaria em uma caixinha de vidro em cima da estante"