Hoje tudo amanheceu diferente. Era sol queimando, areia, mar, risos, as amizades... E então, quando fui dormir já era dia feito.
Acordar foi estranho. Deveria ser só mais uma tarde normal, não era. Eram verdades me doendo forte. Teus defeitos, que me incomodavam, são, agora inaceitáveis. Tua prepotência, teu ego, tua raiva, teu orgulho, meu desespero. Perdoe-me mas quero mais é que o tempo leve para guardar, em memória, o que foi bom. Antes que estragemos tudo. Irremediavel.
-post curto de um celular-
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
-deixe o seu título-
Então, num lapso tudo se esvai. Correndo feito sangue em veia, só não mais circular. Fica essa alma pálida, vazia, perdida. Confusão tua, minha.. Eu já não sei.
Me perdi, confesso, entre o que sou, fui e quis ser. Me perdi em ser quem você quis e no que me tornou. E nesse emaranhado, me prendi na teia dos seus erros tecendo os meus juntos, sem ver, muito mais letais, se não para você, pelo menos para mim.
Agora estamos aqui, presos juntos em lados opostos. Nesse zigue-zague de amor e dor. De carinho e desprezo. Nessa vontade de ir, voltar, de querer ficar. De voltar no tempo, de faze-lo passar. Vontade inútil de mudar passado e futuro.
Eu sei, meu amor, aprendi a duras penas, arrependimento não resolve nada. Não faz doer menos. nem aqui nem ai. Mas corrói muito e bem rápido. Me deixe remediar, mesmo os males irremediáveis, para que não se façam cinzas essas ferrugens feias e sem graças que deixamos aparecer.
Me perdi, confesso, entre o que sou, fui e quis ser. Me perdi em ser quem você quis e no que me tornou. E nesse emaranhado, me prendi na teia dos seus erros tecendo os meus juntos, sem ver, muito mais letais, se não para você, pelo menos para mim.
Agora estamos aqui, presos juntos em lados opostos. Nesse zigue-zague de amor e dor. De carinho e desprezo. Nessa vontade de ir, voltar, de querer ficar. De voltar no tempo, de faze-lo passar. Vontade inútil de mudar passado e futuro.
Eu sei, meu amor, aprendi a duras penas, arrependimento não resolve nada. Não faz doer menos. nem aqui nem ai. Mas corrói muito e bem rápido. Me deixe remediar, mesmo os males irremediáveis, para que não se façam cinzas essas ferrugens feias e sem graças que deixamos aparecer.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Estranho.
Sentir saudade, por si só, já não é umas das melhores coisas do mundo. Mas ruim, ruim mesmo, é quando você não sabe do que esta sentindo saudade. É um misto de tantas sensações e de sensação nenhuma.
Vem a saudade daquele dia de chuva, praia e beijo, dos dias de infância, da música de girassol na préescola, saudade daquele amigo que você nunca mais soube, daquele amor que morreu e daquele que você guardou com você. Saudade dos lugares pelos quais você passou férias e dos que só visitou. De picolé de limão e porta de locadora. De baile de interior. Das paixões platônicas. Saudade de quem esta longe e saudade maior ainda de quem esta perto. Saudade daquele sorriso desconhecido no meio da rua, no barzinho... Do primeiro amor. Saudade do primeiro namoro. De tudo que foi primeiro. Do que foi meio. Do que foi último. Saudade... Saudade... Saudade.
E mesmo assim, lá no fundo, onde só você chega, sabe-se que não é nada disso. Não adianta, por mais que se tente arrumar um motivo para a saudade, ele não existe.
É essa saudade chata, incomoda e quase desesperadora daquilo que você ainda não viveu. Dos lugares que você ainda não esteve. De quem você ainda não conheceu. Saudade daquilo que você sabe que é seu, que esta vindo e você sente chegando - mesmo sem saber, ao certo, o que é.
E a vida já me ensinou... Quando essa saudade começa a inquietar a alma, e seu coração se entorta entre saudade, ansiedade e euforia... É melhor estar preparado.
E a vida nunca me enganou! ;)
Vem a saudade daquele dia de chuva, praia e beijo, dos dias de infância, da música de girassol na préescola, saudade daquele amigo que você nunca mais soube, daquele amor que morreu e daquele que você guardou com você. Saudade dos lugares pelos quais você passou férias e dos que só visitou. De picolé de limão e porta de locadora. De baile de interior. Das paixões platônicas. Saudade de quem esta longe e saudade maior ainda de quem esta perto. Saudade daquele sorriso desconhecido no meio da rua, no barzinho... Do primeiro amor. Saudade do primeiro namoro. De tudo que foi primeiro. Do que foi meio. Do que foi último. Saudade... Saudade... Saudade.
E mesmo assim, lá no fundo, onde só você chega, sabe-se que não é nada disso. Não adianta, por mais que se tente arrumar um motivo para a saudade, ele não existe.
É essa saudade chata, incomoda e quase desesperadora daquilo que você ainda não viveu. Dos lugares que você ainda não esteve. De quem você ainda não conheceu. Saudade daquilo que você sabe que é seu, que esta vindo e você sente chegando - mesmo sem saber, ao certo, o que é.
E a vida já me ensinou... Quando essa saudade começa a inquietar a alma, e seu coração se entorta entre saudade, ansiedade e euforia... É melhor estar preparado.
E a vida nunca me enganou! ;)
segunda-feira, 14 de março de 2011
tempo meu.
.
Sinto, novamente, o abandono das ideias.
O silêncio das frases gritantes presas em minha garganta que se recusam a sair.
E tudo fica turvo, embaralhado, sem sentido... É o grande mau de se ter muito a dizer e acabar não falando nada, quase nunca.
Ou, talvez, eu só sinta essa minha falta de tempo útil e disponível de ficar na frente das letras para, enfim, dizer palavras de novo.
Sinto, novamente, o abandono das ideias.
O silêncio das frases gritantes presas em minha garganta que se recusam a sair.
E tudo fica turvo, embaralhado, sem sentido... É o grande mau de se ter muito a dizer e acabar não falando nada, quase nunca.
Ou, talvez, eu só sinta essa minha falta de tempo útil e disponível de ficar na frente das letras para, enfim, dizer palavras de novo.
quarta-feira, 9 de março de 2011
pressa
Ela chegou em casa e nem as malas desfez, cheia de vontade de escrever o que queria eternizar.
O carnaval já acabou, e a folia passou... E ela finalmente dará o tão merecido descanso que o corpo tanto pede para só amanhã poder escrever, com calma tudo o que quer.
Mas o fato é: O mais bonito é o que se carrega quando o carnaval termina.
Essas histórias que ainda não começaram e já se mostram completas me enchem a alma.
Ah, carnaval.
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