sábado, 23 de abril de 2011

Escolha. -ou não

"Mas é meio que uma exigência sua. Não restam opções."

Ei, não é isso que é a vida? Uma punhado de exigências -sem razões, sem noções e sem grandes explicações- que nós levam em ondas de decisões.

Mas opções, sempre existem! Pare com esse conformismo. Olhe em volta. Você pode escolher seguir ou não as exigências feitas. E essa, para mim, é sempre a principal opção! Acho, mesmo, que é sempre uma questão de vontade. De prioridades. As exigências estarão pelo caminho, o tempo todo, de todos os lados. Essa é a regra!

O bom é fazer as escolhas certas. E escolher as melhores opções.
Qual é a melhor?   Sempre irei optar pelo que me for mais sincero, mais fiel a mim mesma, que me trouxer mais risadas. Mesmo que acabe em choro.

E essas são as MINHAS exigências. A opção é sempre SUA! ;)

sábado, 9 de abril de 2011

Tato

Não são as quedas, os arranhões, as feridas que me dão medo.
Eu tenho mesmo é medo do não sentir.
Da mesmice, do morno, do que não causa impacto.
Tenho pânico de coração vazio, de solidão acompanhada, do mais ou menos.
Eu sou extremos mesmo, exagero puro, eterno e nunca mais. Nunca o meio.
Sou nunca, sempre, o tempo todo. Até daqui a pouco.
Aí eu mudo de ideia. Mudo tudo, me re-invento e invento de novo.
Troco as regras, os tempos, troco de lugar. Te deixo pra lá e te puxo de volta.
Para acabarmos sempre no mesmo lugar, não importa.
O que me importa é o verbo sentir. Qualquer machucado se cura com um sentimento novo.
"Porque paz é tempestade".

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Apaixonada

Essa insatisfação vai acabar por consumir minha alma!

Eu não sei viver sem paixão, fato concreto.
Não estou falando de homens, dessa carência afetiva-que 90% das mulheres fazem questão de ter, porque, amor, isso é totalmente opcional, acredite- Isso é simples de resolver e é o menor dos meus problemas.

Preciso de paixão de verdade, de perder o juízo, sair cometendo loucuras por ai, ter vontade de dançar no meio da chuva, perder o sono, a fome e o bom senso. Preciso de paixão pro dia-a-dia, pra tudo que é banal. Paixão por si só. Por aquele caos chamado faculdade, pelos textos que escrevo, pelas músicas que escolho ouvir, pelos livros que vou ler...

Preciso me apaixonar, o tempo todo, por qualquer besteira atoa. Ou eu fico assim. Vivendo esse morno. Essa monotonia. Tudo é tão obvio, tão previsível. Como ninguém mais consegue ver?!

Eu não sou desse mundo, só pode. Por favor, Dona vida, devolva-me a paixão e me tire dessa insatisfação permanente ou eu não aguento, não!